terça-feira, 21 de novembro de 2017

A Solidão dos Sábios V

V
Ai, das feridas que ainda curo
Das cicatrizes que envergo nesta subida,
Quis trepar os montes do ser humano
E caí num fosso sem saída.
Hoje remeti-me à solidão dos sábios
Para fugir à maldade e ignorância,
A vida é uma criança
Que brinca na chuva,
Pode brincar na chuva ou fugir:
Pode a chuva magoar, sofrer ou fugir;
Pode a criança brincar ou porque é chuva desistir.
Eu sou a criança que brinca na chuva sem desistir,
Eu sou a criança que na solidão não tem que fugir.




In Psicadélico
Apresentação dia 26 de novembro pelas 16 horas no Templo da Poesia em Oeiras

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